Instagram para veterinário e pet shop: regras e o que postar

Daniel São Pedro

Antes de marcar a primeira consulta do filhote ou o banho da semana, o tutor abre o Instagram da clínica ou do pet shop. Ele quer ver quem vai cuidar do animal, como é o lugar por dentro, quanto custa e como agendar. O perfil que responde a isso em poucos segundos recebe a mensagem.

O público é grande. Na Pesquisa Nacional de Saúde 2019 do IBGE, 46,1% dos domicílios brasileiros tinham pelo menos um cachorro, cerca de 33,8 milhões de casas, e 19,3% tinham pelo menos um gato, cerca de 14,1 milhões. Nos 39,4 milhões de domicílios com cão ou gato, 72,0% tiveram todos os animais vacinados contra a raiva nos 12 meses anteriores à entrevista.

Infográfico: 46,1% dos domicílios brasileiros tinham pelo menos um cachorro, 19,3% tinham pelo menos um gato e 72,0% dos domicílios com cão ou gato vacinaram todos os animais contra a raiva nos últimos 12 meses. Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional de Saúde 2019

Este guia vale para clínica e hospital veterinário, veterinário autônomo que atende em domicílio, pet shop e banho e tosa. As regras mudam de um para outro, e a primeira seção mostra qual vale para você. As regras de outras profissões da saúde estão no guia de Instagram para clínica médica, e guias de outros setores estão em Instagram para cada tipo de negócio.

Por que o Instagram pesa na escolha do veterinário e do pet shop

A maior parte do dinheiro do setor passa por negócios de bairro. Nos Dados de Mercado do Setor Pet apresentados pela Abempet à Câmara Setorial de Animais de Estimação, em outubro de 2025, a projeção para 2025 era de R$ 77,3 bilhões de faturamento, com base no terceiro trimestre. Os pet shops pequenos e médios ficariam com 48,1% desse valor, e as clínicas e hospitais veterinários com 17,5%. Megastores ficariam com 9,6%, varejo alimentar com 8,2%, e-commerce com 8,1% e agrolojas com 7,2%.

Infográfico em barras: participação de cada canal no faturamento do setor pet projetado para 2025, de R$ 77,3 bilhões. Pet shops pequenos e médios 48,1%, clínicas e hospitais veterinários 17,5%, megastores pet 9,6%, varejo alimentar 8,2%, e-commerce 8,1% e agrolojas 7,2%. Fonte: Abempet, projeção com base no 3º trimestre

Esses negócios disputam o tutor de um raio de poucos quilômetros. O perfil mostra o que a fachada não mostra: a equipe, a sala de atendimento, o jeito de lidar com um gato assustado, o cachorro saindo do banho. Na hora de escolher entre duas clínicas do mesmo bairro, é isso que o tutor compara.

Veterinário ou pet shop: qual regra vale para você

Médico-veterinário, clínica, hospital e consultório. A publicidade segue a Resolução CFMV 1.649/2025 e o Código de Ética do Médico Veterinário. Respondem no conselho o veterinário que oferece o serviço, o responsável técnico, o proprietário e o diretor do estabelecimento (art. 3º da resolução). Vale para o autônomo que atende em casa e para o consultório que funciona dentro de um pet shop.

Pet shop sem atendimento veterinário. Quem vende ração, acessórios e faz banho e tosa sem médico-veterinário atendendo fica fora da resolução, que trata da publicidade de médicos-veterinários, zootecnistas e estabelecimentos veterinários. Valem o Código de Defesa do Consumidor, a lei do preço visível e o direito de imagem. O Superior Tribunal de Justiça decidiu que a loja que vende animais vivos e medicamentos veterinários não precisa de registro no CRMV nem de responsável técnico (Tema 616, REsp 1.338.942).

Pet shop com consultório ou vacinação. O mesmo perfil segue as duas regras. O post da ração em oferta segue a lei do consumidor. O post que anuncia consulta, vacina ou exame é publicidade de serviço veterinário, segue o CFMV e leva o nome e o CRMV do responsável técnico. Se esse post fere as regras do CFMV, quem responde no conselho é o veterinário que atende ou o responsável técnico.

Regras do CFMV para o Instagram do veterinário

Este trecho resume as normas do CFMV em vigor em 28 de setembro de 2026 e não substitui a orientação do CRMV do seu estado.

A Resolução CFMV 1.649/2025 foi publicada no Diário Oficial da União em 18 de junho de 2025 e entrou em vigor 120 dias depois (art. 12), em 17 de outubro de 2025, segundo o CRMV-SP. Em 5 de novembro de 2025, a Resolução CFMV 1.675/2025 mudou o art. 14 do Código de Ética e revogou a Resolução CFMV 780/2004, a norma de publicidade que valia desde 2004. Muitos textos sobre marketing veterinário ainda descrevem as regras antigas.

Preço de consulta e vacina

Até novembro de 2025, o art. 14 do Código de Ética proibia divulgar em redes sociais “os preços e as formas de pagamento” dos serviços. Com a Resolução 1.675/2025, o artigo passou a proibir só “valores ou tabelas referenciais de cirurgias ou procedimentos clínicos” que, pelas particularidades de cada paciente, como espécie, raça, idade, peso, sexo e histórico clínico, exijam avaliação prévia. A Resolução 1.649/2025 traz a mesma vedação no art. 6º, V.

Na prática, o valor da consulta e as formas de pagamento podem ir para o post. O CRMV-RJ cita consultas e vacinas como exemplos do que pode ter preço divulgado. Castração e outras cirurgias ficam fora, porque o valor depende da avaliação do animal.

Promoção, desconto e consulta grátis continuam proibidos

A mudança de 2025 alterou só o art. 14. O art. 15 do Código de Ética continua em vigor e proíbe o veterinário de “divulgar os seus serviços como gratuitos ou com valores promocionais”. O art. 13 proíbe oferecer os serviços como prêmio de qualquer natureza. Ficam fora do feed “vacina com 20% de desconto”, “primeira consulta grátis”, “check-up de Black Friday” e sorteio de consulta.

A resolução também proíbe associar os serviços à venda casada e a preços predatórios (art. 6º, VI). Condicionar a consulta à compra de ração ou de banho entra nessa vedação.

Foto do paciente e autorização do tutor

A norma de 2004 proibia expor a imagem do paciente para divulgar um procedimento ou o resultado de um tratamento (Resolução 780/2004, art. 3º, d). A Resolução 1.649/2025 manda observar o Código Civil e, conforme o caso, a LGPD no uso de imagens e informações de pacientes e tutores (art. 8º). O Código de Ética permite exibir o paciente ou a foto dele na internet com “autorização expressa do cliente” (art. 11, I). O CRMV-SP lê essa combinação como liberação do uso da imagem do paciente na divulgação de procedimentos, com autorização.

Na rotina da clínica:

  1. Pergunte na ficha de atendimento. Uma linha com as opções “pode postar o animal”, “pode postar o animal e marcar o tutor” e “não pode postar”, e onde: feed, Stories, Reels ou anúncio.
  2. Guarde o registro. A ficha assinada ou a mensagem de WhatsApp em que o tutor autorizou.
  3. Tire da foto o que identifica o tutor sem permissão. Nome no prontuário, tela do computador, endereço na ficha.
  4. Apague quando o tutor pedir.

Repost de tutor conta como post seu

As publicações de terceiros e de tutores que você compartilha ou reposta passam a ser consideradas publicações próprias (art. 5º). Se o tutor escreve “salvou meu cachorro, melhor veterinário da cidade, os outros não sabiam nada”, o repost dessa frase nos seus Stories é tratado como se você tivesse escrito. Reposte o agradecimento e deixe de fora a comparação com colegas e a promessa de resultado.

Identificação: nome, CRMV e responsável técnico

Na publicidade de estabelecimentos veterinários entram o nome e o número de inscrição do responsável técnico da matriz ou da filial (art. 4º, § 3º). O Código de Ética lista o que placas, anúncios e impressos podem conter: nome do profissional, profissão e número do CRMV, especialidades reconhecidas pelo sistema CFMV/CRMVs, título acadêmico mais relevante, endereço, telefone, horário, convênios e serviços (art. 28). A lista serve de roteiro para a bio e para o rodapé das artes. Ao citar formação, especialização ou curso livre, a resolução pede que a informação seja verdadeira e transparente (art. 4º, § 2º).

O que continua proibido

  • Sensacionalismo e propaganda que explora o medo (art. 2º, VII e X, e art. 6º, I). “Seu cachorro pode morrer amanhã se você não fizer este exame” entra aqui.
  • Garantia de resultado. O veterinário não pode participar de publicidade de medicamento, alimento, equipamento ou serviço que garanta resultado (art. 6º, III).
  • Tratamento sem comprovação científica (art. 6º, IV).
  • Produto sem registro nos órgãos competentes, quando deveria ter (art. 6º, II).
  • Concorrência desleal. Falar mal de outra clínica, imitar a marca de um concorrente ou exibir prêmio que não recebeu estão na lista do Anexo Único.
  • Ensinar ao leigo técnicas privativas da profissão (Código de Ética, art. 8º, VII). Dica de cuidado em casa, como escovar os dentes do cão, cabe no post. Procedimento clínico fica para a consulta.

Sobre clínica “popular” ou “social”, o CRMV-SP informa que a Nota Técnica 16/2025 do CFMV não traz restrição específica a esses termos, e que a propaganda enganosa feita com eles continua proibida. Em caso de dúvida, o CRMV do estado pode ter uma Comissão de Publicidade e Divulgação para responder (art. 9º). Quando o conselho encontra um post fora da regra, ele primeiro convoca o profissional e dá prazo para corrigir (art. 10).

Tabela: o que veterinário e pet shop podem postar no Instagram. Preço no post: veterinário pode divulgar consulta e vacina, pet shop é obrigado na venda online. Preço de cirurgia: proibido para o veterinário. Promoção ou grátis: proibido para o veterinário, permitido para o pet shop, e a oferta obriga. Foto do animal: veterinário precisa de autorização expressa do tutor, pet shop precisa de autorização se o tutor aparecer ou for marcado. Fonte: CFMV, Resolução 1.649/2025 e Código de Ética, Lei 10.962/2004 e CDC

Regras do pet shop: preço visível e oferta que obriga

Quando o pet shop vende pelo Instagram, a Lei 10.962/2004, com redação da Lei 13.543/2017, pede no comércio eletrônico a “divulgação ostensiva do preço à vista, junto à imagem do produto ou descrição do serviço”, com fonte de tamanho 12 ou maior (art. 2º, III). O desconto no Pix precisa estar informado em local e formato visíveis (art. 5º-A). A mesma regra aparece no guia de Instagram para loja virtual.

  • Ração e areia com preço na arte. Com o peso da embalagem e o preço à vista.
  • Banho e tosa por porte. Tabela por porte e tipo de pelagem, em vez de “preço por direct”.
  • Taxa de busca e entrega. Por bairro, e o horário em que o motorista passa.
  • Oferta publicada obriga. Pelo CDC, a informação precisa integra o contrato (art. 30). Se a arte diz “banho a R$ 50 na terça”, diga para qual porte vale e até que horas.
  • Sem promessa que o produto não cumpre. Publicidade enganosa é proibida (CDC, art. 37). “Shampoo que acaba com a coceira” é promessa de efeito que o pet shop não controla.
  • Dados da empresa na venda online. O Decreto 7.962/2013 pede nome empresarial, CNPJ, endereço e as condições da oferta em local de destaque (art. 2º).

O pet shop pode fazer promoção e sorteio, dentro das regras. Sorteio de brinde depende de autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas, como explica o guia de sorteio no Instagram. No pet shop com consultório, a promoção vale para produtos e para banho e tosa, e fica longe da consulta e da vacina.

Como montar o Instagram para veterinário e pet shop

  1. Campo “nome” com o serviço e o bairro. “Clínica Patas | Veterinário em Moema” ou “Bicho Feliz | Pet Shop e Banho e Tosa” aparece para quem busca “veterinário” ou “pet shop” na lupa do Instagram. O passo a passo está em como aparecer na busca do Instagram.
  2. Bio com o essencial. Serviços, bairro, horário, se atende gatos, aves ou silvestres, e o CRMV. Na clínica, o nome e o CRMV do responsável técnico. Exemplos estão no guia para otimizar a bio do Instagram.
  3. Link para agendar. Agenda online ou WhatsApp com mensagem pronta, como “Quero agendar uma consulta para o meu gato”.
  4. Emergência escrita. Se a clínica atende 24 horas, diga na bio e mostre o telefone. Se não atende, diga para onde o tutor deve ligar fora do horário. O direct fora do expediente não é visto a tempo numa emergência.
  5. Endereço preenchido. Use o mesmo endereço, horário e telefone no Perfil da Empresa no Google, onde muita gente procura “veterinário perto de mim”.
  6. Destaques que respondem às perguntas de sempre. Consultas e preços, Vacinas, Como agendar, Equipe, Estrutura, Banho e tosa, Clientes. Veja como organizar em destaques do Instagram para empresas.

O veterinário autônomo que atende em domicílio coloca na bio a região que cobre, os serviços que faz em casa e o que precisa de clínica.

O que postar no Instagram da clínica veterinária

Dúvidas que chegam ao consultório

  • Calendário de vacinas explicado. Quais vacinas o filhote de cão e o de gato tomam, e por que o reforço anual existe.
  • Quando procurar o veterinário. Sinais que pedem consulta no mesmo dia e sinais que podem esperar, sem tom de alarme.
  • Primeira consulta do filhote. O que levar, o que o veterinário examina, quanto tempo dura.
  • Castração. Quando indicar, como é o pós-operatório, o que muda no comportamento. O preço fica para a avaliação.
  • Cuidados em casa. Escovação de dentes, corte de unhas, calor, pulgas e carrapatos.

Bastidores e cuidado

  • Estrutura. Sala de atendimento, internação, esterilização do material.
  • Manejo sem estresse. Como a equipe recebe um gato com medo ou um cão que não gosta de ser contido.
  • Equipe. Um post por veterinário, com nome, CRMV, área em que atua e os animais que atende.

Casos, com autorização

  • Alta do paciente. O animal voltando para casa, com autorização expressa do tutor.
  • Aniversário de paciente antigo. O gato de 18 anos que se consulta na clínica desde filhote.

Imagem de cirurgia aberta, sangue e ferida chama atenção pelo choque e pode ser lida como sensacionalismo. Mostre o antes e o depois do cuidado, e deixe o procedimento fora do feed.

Para decidir o que vai para o feed, os Stories ou os Reels, veja a diferença entre feed, reels e stories.

O que postar no Instagram do pet shop

  • Antes e depois do banho e tosa. O mesmo ângulo e a mesma luz nas duas fotos, sem filtro que mude a cor da pelagem.
  • Tosa por raça. Tosa higiênica, tosa bebê, tosa da raça, com o nome de cada uma.
  • Produtos com preço. Chegadas da semana, ração por porte e idade, brinquedos, caminhas.
  • Dicas de uso. Como fazer a troca de ração aos poucos, como escolher a coleira pelo tamanho do pescoço.
  • Rotina da loja. A secagem, a toalha trocada a cada animal, o pet esperando o tutor.
  • Entrega e busca. O carro saindo, a caixa de transporte, os bairros atendidos.

Para fotografar os produtos com luz de janela e fundo liso, veja o guia de fotos de produto com celular. A mesma rotina de agenda, fotos de resultado e preço por serviço aparece no guia de Instagram para salão de beleza.

Reels para veterinário e pet shop

Os Reels aparecem para quem ainda não segue o perfil, o que faz deles o formato para chegar a tutores novos do bairro. Segundo a página oficial de Reels do Instagram, os clipes somam até 20 minutos, mas Reels com mais de três minutos não são recomendados para novos públicos. Um vídeo de banho ou uma resposta rápida cabe em 15 a 30 segundos.

Ideias que rendem vídeo toda semana:

  • Transformação no banho e tosa. O cão chegando, a secagem acelerada, a saída com lenço no pescoço.
  • Uma pergunta, uma resposta. O veterinário responde em 30 segundos uma dúvida que chegou no direct.
  • Como a clínica recebe um gato. Caixa de transporte, sala silenciosa, a toalha por cima.
  • Mito ou verdade. “Cachorro pode comer ovo?”, “Gato precisa de banho?”.
  • Um dia na clínica. Chegada da equipe, primeiros atendimentos, limpeza da sala.

Roteiro, gravação e edição estão no passo a passo de como fazer Reels para empresa.

Agendamento e atendimento pelo direct

O tutor que pergunta no direct quer resolver rápido. Faça as mesmas perguntas em toda conversa, na mesma ordem:

  1. Espécie, raça, idade e peso aproximado.
  2. Motivo da consulta ou serviço desejado.
  3. Vacinas em dia, para banho, tosa e hospedagem.
  4. Melhor dia e horário.
  5. Busca e entrega, se o pet shop oferece.

Responda dúvida geral e oriente a trazer o animal quando o caso pede exame. O diagnóstico fica para a consulta. Quando o tutor manda foto de ferida ou de vômito, a resposta é dizer onde e quando ele consegue atendimento.

O caminho do direct para o WhatsApp, as respostas rápidas e as etiquetas estão no guia de WhatsApp Business para vender. Resposta que demora faz o tutor marcar em outro lugar, como mostra o texto sobre vendas perdidas pela demora na resposta.

Prova social: o pet do cliente e a avaliação do tutor

A foto que o tutor posta do cachorro de banho tomado vende o próximo banho. Peça a marcação do perfil e reposte nos Stories, com autorização. Como pedir e repostar o que o cliente publica está em UGC no Instagram.

  • Pergunte na entrega. “Posso postar a foto dele? Com o seu @ ou sem?”
  • Guarde a resposta na conversa.
  • Na clínica, o repost é publicação sua (art. 5º da Resolução 1.649/2025). Escolha depoimentos sobre atendimento e cuidado, sem promessa de cura.
  • Peça avaliação no Google. O tutor que chega pelo Maps lê as avaliações antes de abrir o Instagram.

Como pedir depoimentos e onde usar cada um está em prova social no Instagram.

Datas para o calendário

  • 9 de setembro, Dia do Médico-Veterinário. A data lembra o Decreto 23.133/1933, primeira regulamentação da profissão no Brasil, segundo o CFMV. Bom dia para apresentar a equipe.
  • 28 de setembro, Dia Mundial contra a Raiva, marcado pela Organização Mundial da Saúde no aniversário da morte de Louis Pasteur, que desenvolveu a primeira vacina contra a doença.
  • Campanha de vacinação antirrábica da sua cidade. Divulgue datas e postos quando a prefeitura publicar.
  • Verão. Calor, passeio no asfalto quente, pulgas e carrapatos.
  • Férias. Hospedagem, transporte do animal em viagem, vacinas exigidas.
  • Réveillon. Como proteger o animal do barulho dos fogos.
  • Dia das Crianças e Natal. Brinquedos e presentes para o pet, no pet shop.

Mais datas estão em datas comemorativas para posts no Instagram. Para distribuir datas, dicas e bastidores na semana, monte um calendário de conteúdo.

Erros comuns

  1. Anunciar “vacina com desconto” ou “consulta grátis” no perfil da clínica.
  2. Publicar tabela de preço de castração e cirurgia.
  3. Postar foto do paciente sem autorização expressa do tutor.
  4. Repostar depoimento que fala mal de outra clínica ou promete cura.
  5. Deixar o nome e o CRMV do responsável técnico fora da bio da clínica.
  6. Responder “chama no direct” quando perguntam o preço do banho.
  7. Não dizer onde o tutor encontra atendimento de emergência fora do horário.
  8. Postar foto de ferida ou cirurgia para chamar atenção.

Métricas que importam

  • Toques no link de agendamento e no WhatsApp: mostram quantos tutores saíram do perfil para marcar.
  • Conversas iniciadas e horários marcados: a diferença entre os dois mostra onde o atendimento trava.
  • Salvamentos: posts de calendário de vacinas e cuidados em casa costumam ser guardados. Repita os temas que mais salvam.
  • Alcance de quem não segue: indica se os Reels chegaram a tutores novos do bairro.
  • Origem do cliente novo: pergunte na ficha como o tutor conheceu a clínica ou o pet shop.

Como ler cada número está em métricas do Instagram.

Entre uma consulta e outra, ou entre um banho e outro, sobra pouco tempo para arte e legenda. O PostCreator gera a arte e a legenda dos posts no estilo da sua clínica ou do seu pet shop e agenda a publicação da semana. Antes de ir ao ar, você confere o preço, a autorização do tutor e a identificação do responsável técnico.

O tutor escolhe quem cuida do animal pelo que vê no perfil, e o perfil precisa de posts toda semana. O PostCreator da Ravia cria posts profissionais com inteligência artificial em minutos, com a identidade visual da sua clínica ou do seu pet shop. Comece seu teste grátis agora!